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Birras

Encontrei em meu arquivo pessoal, esse texto me ajudou numa fase de birra e muita pirraça do Pedro Lucas, não guardei a autoria (me mata!!!), nem lembro se foi recebido por e-mail das listas que eu participava. Mas mesmo assim estou postando aqui pois pode ser útil à alguém assim como foi pra mim. E funciona.

NUNCA VOLTE ATRÁS NUMA DECISÃO. Mesmo que a criança chore esperneie, não ceda nunca, desvie a atenção dela pra outras coisas. Aos poucos ela vai entender que a birra é inútil.

 

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Se você estava achando que iria ser simples, esqueça. A atitude dos pais é fundamental para que as crianças parem com a birra, que segundo 100% dos especialistas é fruto da relação familiar. “Os pais têm que colocar as regras e seguir firmes nelas. Crianças que não têm claro o que pode, e o que não pode, não sabem como se comportar. E, se descobrem que depois do chilique os pais cedem, a coisa piora de vez”, afirma Renata Aleotti, mãe de Felipe, professora de psicologia da PUC-SP.

Por isso é essencial que todos, pai, mãe, avós e qualquer um que cuide da criança, sigam as mesmas regras e não voltem atrás na proibição quando ela esperneia, grita, se morde ou tenta segurar o ar. A tarefa de educar é mesmo difícil, mas muito importante para que aquele pequeno ser potencialmente chiliquento não seja uma criança mimada de vez e que possa virar um adulto capaz de lidar saudavelmente com as inevitáveis frustrações que a vida traz. Pois é... É preciso, sim, doses enormes de paciência, habilidade e um esforço diário.
Precisamos sustentar o nosso não para que a criança compreenda e não é possível sustentar algo que dizemos em nome de outrem. Podemos até fazer coisas horríveis, mas nada é pior para a criança do que ficarmos em cima do muro, deixando-a à mercê de seu próprio julgamento.


As crianças pequenas gostam que digamos não, assim como gostam de ser mimadas.


É preciso ensinar os limites, ninguém pode fazer tudo o que quer na vida. É preciso dizer não, com calma e paciência e firmemente agüentar a crise de birra sem se alterar e sem voltar atrás no que foi decidido, sob pena de desmoralizar e desautorizar o adulto perante a criança. E eles logo aprendem a explorar as possíveis incoerências dos adultos...

Às vezes a criança reage com um comportamento impróprio (batendo a cabeça na parede, vomitando, perdendo o fôlego, batendo no adulto, etc.).

Uma vez garantida a saúde e a segurança da criança, este comportamento deve ser ignorado até que cesse. O adulto finge que está entretido com outra atividade, não demonstrando a menor atenção direta com o bebê. É claro que na verdade ele está acompanhando tudo, podendo intervir a qualquer momento em que a criança de fato necessite

É importante tentar economizar as negativas, às vezes melhor do que dizer "não" é desviar a atenção dela para outra atividade permitida.

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Posted on 03/31/2006 10:25 AM Visits: 14
raladoo: 03/31/2006 12:09 PM
que bom deu pra matar saudades do blog
bjao cumadi
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